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Mensagens

A mostrar mensagens de Novembro, 2008

NEVE !

Dizia a minha Mãe que a Avó Micas dizia...
"...as primeiras neves vêm pela Santa Catarina!"
Este ano assim está a ser.
O termómetro está a zero, lá fora, há vento e continua a nevar.
Excelente dia para todos!

UM TIRO NA BRUMA - À conversa com o autor

Com este título foi publicada há um ano, no número de Outubro-Dezembro de 2007 do boletim do Centro Hospitalar do Nordeste (DL 249821/06), uma entrevista que me foi feita por Carla Ferreira, co-responsável editorial desta publicação, que aqui se reproduz.

Apesar do livro do Dr. Manuel Cardoso, “Um tiro na bruma”, ter sido só lançado em Março deste ano [2007], já vai na segunda edição. Motivo pelo qual consideramos interessante abordar o autor e questioná-lo sobre este seu primeiro “ grande romance histórico-policial que retrata a sociedade portuguesa no início do século XX”.

Carla: Boa tarde Dr. Manuel Cardoso, médico veterinário e romancista trasmontano - e não me refiro às origens, mas à escrita, transmontana pura…define-a assim?

Manuel Cardoso: Por acaso não defino. Eu não partilho essa ideia de que haja entre nós, trasmontanos, uma escrita própria ou uma mentalidade aparte. Talvez uma perspectiva original que nos leva a escrever de uma determinada maneira porque vemos as coisas com o…

Uma ida para os Açores

Excerto de uma carta escrita pelo Tio Abel a contar a sua ida para Vila Franca do Campo. É natural que a grafia de alguns termos vá sendo alterada neste post ao longo dos próximos dias, conforme lhe fizer a revisão. Vou fazer com que fique tal e qual ele a escreveu.

DE LISBOA A S.MIGUEL

- No mar –

A hora de embarque estava marcada para as 10 horas da manhã. O “Açor” estava atracado à muralha do cais, em frente à Rocha do Conde de Óbidos, um pouco abaixo de Santos. Às 10 menos um quarto cheguei a bordo; estavam já quasi todos os passageiros; procedia-se ao embarque de bagagens. Soube-se que a hora de partida fora mudada para o meio dia por causa das malas do correio. Encontrei a bordo o delegado que ia para as Flores e um advogado de Ponta Delgada. Entabolamos conversa, como se fôssemos conhecidos velhos e passeámos no cais para nos despedirmos da terra que com muito custo íamos brevemente deixar.
O meu colega das Flores, formado 6 anos antes, de 30 anos de idade, dizia, mas parecendo …

não há dias iguais

Há uns dias acabei de escrever um livro. Desde então que tenho estado a revê-lo e hoje, 9 de Novembro, acabei essa primeira revisão. Tem sido um dia especial, por várias razões. Por muitas razões. Tenho estado no sótão diante do écran com música da RFM pela net e de vez em quando pisca o gmail com as mensagens a que vou respondendo. É uma sensação incrível estar aqui no recôndito e on-line com Manhattan, com o Pedro e a Giulia a dizerem-me que vão a um lanche! Mas o especial prende-se com um e-mail que recebi há bocado e que já aguardava há uns dias: tinha logo que ser hoje que o meu editor me comunicaria para lhe mandar o original para apreciação. Tal como tinha logo que ser hoje que um amigo meu de que aguardava notícias sobre um projecto comum – um giríssimo projecto comum! depois lhes conto! – me diria também que desde há dias tinha uma avaria no servidor e só agora me respondia… Já da minha irmã Guida recebi uma sms com um apontamento deste dia, um dia de que todos os irmãos nos …