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A mostrar mensagens de Janeiro, 2011

PERSPECTIVA TURÍSTICA DA CAÇA

Perspectiva turística da caça


Seminário TURISMO: A OPORTUNIDADE EM TRÁS-OS-MONTES

XV FEIRA DE CAÇA E TURISMO
MACEDO DE CAVALEIROS
28 de Janeiro de 2011


Manuel Cardoso
A caça e o turismo, em Trás-os-Montes, andaram ligados no passado e estarão ligados no futuro. Mais do que ser a caça uma forma de turismo, é o turismo que tem na caça um dos seus produtos principais. Saber encarar, estudar e desenvolver esta forma de turismo, é importante para que este recurso continue a ser – e o seja cada vez mais – uma fonte de rendimento e de criação de riqueza. Mas para isso há que mudar alguns paradigmas…

1. Já lá vai o tempo em que se ouvia dizer aos comerciantes de Macedo, voz de satisfação e mãos esfregadas de nervoso contentamento, “vêm aí os caçadores!”. Os caçadores vinham da cidade: do Porto, de Guimarães, de Braga, tendo como destino Trás-os-Montes e, especialmente, Macedo de Cavaleiros. Alugavam quartos na Estalagem, em Pensões e em casas de amigos e compadres. A vinda dos caçadores significava…

O SEGREDO DA FONTE QUEIMADA

Quando foi apresentado em Lisboa, no dia 26 de Março de 2009, esteve ausente da sessão o apresentador! Mas enviou um texto que foi lido aos presentes. Esse texto é o post que hoje aqui colocamos, na íntegra. Do qual fiquei muito grato ao seu autor, o Professor Doutor Vítor Serrão.




LANÇAMENTO DE O SEGREDO DA FONTE QUEIMADA,


ÚLTIMO ROMANCE DE MANUEL CARDOSO

Em jeitos de prolegómeno informal, apenas duas palavras introdutórias. A primeira é de justificação para uma ausência forçada, que é devida ao facto de ter tido de arguir, hoje mesmo, uma tese de Doutoramento na Universidade de Évora, alvo de um agendamento de última hora, com o subsequente serviço académico que me impede de estar de corpo presente neste lançamento; a segunda palavra, e porque estou (ao menos) de espírito presente, é de reconhecimento público, tanto à editora Sopa de Letras e ao seu responsável, o Dr. Henrique Mota, pela forte aposta editorial, como muito em especial ao autor do romance O SEGREDO DA FONTE QUEIMADA, …

ADRIANO MOREIRA - Um livro biográfico

"Adriano - Vida e obra de um grande português"




A sala estava cheia, convidados, população, grupo de escuteiros e coral da aldeia, com instrumentos entre os quais um oboé! Frio, um frio fim de tarde sem chuva. Dentro da sala estava abafado, da gente e de uns aquecedores de gás. Mas cumpriu-se a função, que acabou com vinho-do-porto para todos, enquanto o Professor e o autor do livro escreviam dedicatórias e autógrafos.

Palavras proferidas pelo autor deste blogue na apresentação do livro biográfico escrito por Manuel Vieira Pinto sobre o Professor Doutor Adriano Moreira em Grijó, Macedo de Cavaleiros, 11 de Dezembro de 2010:


Os livros biográficos têm, muitas vezes, um de dois defeitos ou os dois simultaneamente: um, o de transporem, para o passado dos visados, as nossas preocupações, polémicas e preconceitos e, outro, o de permitir que a imaginação de quem escreve faça afirmar, pela voz dos biografados ou na descrição dos factos vividos, mais do que os dados documentais permitir…

Um livro que me ofereceram

Há tempos ofereceram-me um livro. Um destes livros decorativos, capa com design cuidado e papel de luxo de gramagem pesada, fotografia profusa a acompanhar um texto sóbrio e espaçado. Um destes livros – pensei eu ao pegar-lhe pela primeira vez, ao desembrulhá-lo porque me chegou pelo correio – que são bons para ficar em cima de uma mesa a encher espaço e a encher o olho, mas cujo recheio cumpre a função menor de apenas justificar o empate de dinheiro com que as câmaras têm subsidiado tantas edições inúteis. Um livro pesado, de título especial: “MOEDAS ROMANAS”, a que se segue um subtítulo “Achados no Alto Tâmega e Barroso”. Como me era enviado por um amigo de Chaves e que era o seu autor, pessoa consideradíssima, pousei-o gravemente em cima da papeleira da sala a aguardar um dia, de vagar e vontade, para lhe pegar e agradecer.


Só que o tempo encarrega-se de nos envolver nos seus caprichos e fados e os dias foram passando sem que eu lhe desse uma atenção devida. Então mal o folheei, ap…